{"id":523,"date":"2013-05-21T13:04:37","date_gmt":"2013-05-21T16:04:37","guid":{"rendered":"https:\/\/novocrb1.ultramidia.com.br\/livros-eletronicos-como-fazer-citacoes\/"},"modified":"2013-05-21T13:04:37","modified_gmt":"2013-05-21T16:04:37","slug":"livros-eletronicos-como-fazer-citacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/2013\/05\/livros-eletronicos-como-fazer-citacoes\/","title":{"rendered":"Livros eletr\u00f4nicos: como fazer cita\u00e7\u00f5es?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"line-height: 1.3em;\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 5px; float: left;\" title=\"Blog de Literatura - Livros eletr\u00f4nicos: como fazer cita\u00e7\u00f5es?\" src=\"http:\/\/www.ibahia.com\/a\/blogs\/literatura\/files\/2013\/05\/image-300x300.jpg\" alt=\"Blog de Literatura - Livros eletr\u00f4nicos: como fazer cita\u00e7\u00f5es?\" width=\"200\" height=\"200\" \/><\/span><br \/>\n<span style=\"line-height: 1.3em;\">Os livros eletr\u00f4nicos \u2013 os tais dos\u00a0<\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">ebooks<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0\u2013 come\u00e7am a ganhar espa\u00e7o no Brasil. J\u00e1 existem para venda nacionalmente, ao menos, dois leitores bem conhecidos no exterior: Kindle e Kobo. O primeiro, com vendas no site da Amazon Brasil; o segundo, comercializado pela Livraria Cultura.<\/span><br \/>\nSim, estamos atrasados. A primeira vers\u00e3o do Kindle, por exemplo, foi lan\u00e7ada em 2007, trazendo diversas pol\u00eamicas e inseguran\u00e7as no mercado editorial. N\u00e3o lembro a data, mas algum tempo depois comprei o meu aparelho, pedindo a uma amiga que o trouxesse dos Estados Unidos (naquela \u00e9poca, a Amazon nem fazia ideia de quando viria ao Brasil). Testando-o, percebia pontos positivos e negativos em rela\u00e7\u00e3o ao impresso. Mas, em geral, gosto de us\u00e1-lo. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o deixei de comprar livros em papel. \u00c0 \u00e9poca, claro, para livros brasileiros op\u00e7\u00f5es em\u00a0<em>ebooks<\/em>\u00a0eram inexistentes. Para livros em ingl\u00eas, especialmente, era a melhor forma: nada de comprar mais obras em papel importadas e caras.<br \/>\nComecei a perceber um excelente uso do livro eletr\u00f4nico: para estudos acad\u00eamicos. \u00c0s vezes nos damos conta de, \u00e0s v\u00e9speras de entregar um artigo, por exemplo, precisar complementar alguma informa\u00e7\u00e3o com um livro espec\u00edfico. Antes de um Kindle ou Kobo, as op\u00e7\u00f5es eram: procurar desesperadamente em bibliotecas e livrarias ou pedir emprestado. E se o livro n\u00e3o tivesse tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas, a\u00ed vinha a dor de cabe\u00e7a. Com um Kindle, resolvi isso f\u00e1cil uma vez. Comprei-o em segundos pelo site da Amazon e em menos de 1 minuto j\u00e1 come\u00e7ava a leitura. Nada de esperar prazo de entrega ou ligar para as livrarias.<br \/>\n<!--more--><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"float: left; margin: 5px;\" title=\"Blog de Literatura - Livros eletr\u00f4nicos: como fazer cita\u00e7\u00f5es?\" src=\"http:\/\/www.ibahia.com\/a\/blogs\/literatura\/files\/2013\/05\/image-300x300.jpg\" alt=\"Blog de Literatura - Livros eletr\u00f4nicos: como fazer cita\u00e7\u00f5es?\" width=\"200\" height=\"200\" \/><br \/>\nOs livros eletr\u00f4nicos \u2013 os tais dos\u00a0<em>ebooks<\/em>\u00a0\u2013 come\u00e7am a ganhar espa\u00e7o no Brasil. J\u00e1 existem para venda nacionalmente, ao menos, dois leitores bem conhecidos no exterior: Kindle e Kobo. O primeiro, com vendas no site da Amazon Brasil; o segundo, comercializado pela Livraria Cultura.<br \/>\nSim, estamos atrasados. A primeira vers\u00e3o do Kindle, por exemplo, foi lan\u00e7ada em 2007, trazendo diversas pol\u00eamicas e inseguran\u00e7as no mercado editorial. N\u00e3o lembro a data, mas algum tempo depois comprei o meu aparelho, pedindo a uma amiga que o trouxesse dos Estados Unidos (naquela \u00e9poca, a Amazon nem fazia ideia de quando viria ao Brasil). Testando-o, percebia pontos positivos e negativos em rela\u00e7\u00e3o ao impresso. Mas, em geral, gosto de us\u00e1-lo. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o deixei de comprar livros em papel. \u00c0 \u00e9poca, claro, para livros brasileiros op\u00e7\u00f5es em\u00a0<em>ebooks<\/em>\u00a0eram inexistentes. Para livros em ingl\u00eas, especialmente, era a melhor forma: nada de comprar mais obras em papel importadas e caras.<br \/>\nComecei a perceber um excelente uso do livro eletr\u00f4nico: para estudos acad\u00eamicos. \u00c0s vezes nos damos conta de, \u00e0s v\u00e9speras de entregar um artigo, por exemplo, precisar complementar alguma informa\u00e7\u00e3o com um livro espec\u00edfico. Antes de um Kindle ou Kobo, as op\u00e7\u00f5es eram: procurar desesperadamente em bibliotecas e livrarias ou pedir emprestado. E se o livro n\u00e3o tivesse tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas, a\u00ed vinha a dor de cabe\u00e7a. Com um Kindle, resolvi isso f\u00e1cil uma vez. Comprei-o em segundos pelo site da Amazon e em menos de 1 minuto j\u00e1 come\u00e7ava a leitura. Nada de esperar prazo de entrega ou ligar para as livrarias.<br \/>\nMas outro problema surgia. Nossa maneira de citar em trabalhos acad\u00eamicos est\u00e1 baseada no impresso. At\u00e9 os arquivos eletr\u00f4nicos, em formato pdf, baseiam-se em p\u00e1ginas. \u00c9 sempre ao estilo (FULANO, 2003, p.10), mesmo que seja um arquivo digitalizado. Em um leitor eletr\u00f4nico, no entanto, o funcionamento \u00e9 diferente. O texto se adapta ao tamanho de tela, de letra, torna-se bastante male\u00e1vel. N\u00e3o h\u00e1 p\u00e1ginas fixas. O Kindle, por exemplo, funciona com \u201c<em>locations<\/em>\u201c. Fazemos refer\u00eancia \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o de um trecho, e n\u00e3o de uma p\u00e1gina. Faz sentido e torna a busca muito mais r\u00e1pida e simples: afinal, n\u00e3o h\u00e1 \u201cp\u00e1ginas\u201d em um\u00a0<em>ebook<\/em>.<br \/>\n\u00c9 nesse momento que surge o problema. Como far\u00edamos uma cita\u00e7\u00e3o? A partir da localiza\u00e7\u00e3o? (FULANO, 2003, l.10). Seria uma boa solu\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o h\u00e1 consenso. E, claro, a ABNT parece nem estar se preocupando com os livros eletr\u00f4nicos \u2013 ao menos, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma mudan\u00e7a em vista em rela\u00e7\u00e3o a esse tema. E mesmo fora do campo acad\u00eamico, como citar, por exemplo, um trecho que gostamos de um romance?<br \/>\nEm um\u00a0<a href=\"http:\/\/andrelemos.info\/2011\/01\/como-citar-usando-um-kindle-2\/\">artigo em seu blog<\/a>, em 2010, o pesquisador e professor da UFBA Andr\u00e9 Lemos discute essa quest\u00e3o e chega a uma conclus\u00e3o: \u201cAcho que, infelizmente, ainda, para os livros acad\u00eamicos que tenham vers\u00e3o impressa, teremos que sair de casa e ir buscar na livraria ou biblioteca o livro, fu\u00e7ar as p\u00e1ginas e localizar exatamente a passagem escolhida\u201d. Ou seja, enquanto n\u00e3o houvesse uma solu\u00e7\u00e3o para citar a partir da \u201clocaliza\u00e7\u00e3o\u201d, ler um\u00a0<em>ebook<\/em>\u00a0simplesmente n\u00e3o faria sentido, j\u00e1 que, para cita\u00e7\u00f5es, ter\u00edamos que recorrer de qualquer forma \u00e0 vers\u00e3o impressa.<br \/>\nAinda em 2010, a Amazon resolveu parcialmente esse problema. Al\u00e9m da\u00a0<em>location<\/em>, grande parte dos livros para Kindle passou a indicar tamb\u00e9m a \u201cp\u00e1gina\u201d, fazendo refer\u00eancia \u00e0 edi\u00e7\u00e3o em papel. \u00c9 uma solu\u00e7\u00e3o bastante conservadora, entendendo o livro impresso como se fosse uma esp\u00e9cie de refer\u00eancia original. No entanto, soluciona bastante nossos problemas. A cita\u00e7\u00e3o continua, ent\u00e3o, no mesmo formado (FULANO, 2003, p.10).<br \/>\nTudo solucionado, certo? N\u00e3o. Primeiro, devemos lembrar que existem livros sem edi\u00e7\u00e3o em papel, e isso deve se tornar cada vez mais comum. E, de qualquer forma, n\u00e3o seria estranho fazermos refer\u00eancia a um livro impresso quando estamos lendo um em outro formato, completamente diferente? Em segundo lugar, parece que muitas editoras brasileiras se esqueceram da import\u00e2ncia de se pensar no uso acad\u00eamico de seus livros digitais.<br \/>\nEsse tema me ocorreu porque fui, pela primeira vez, utilizar a loja brasileira da Amazon. Comprei um livro que precisava com urg\u00eancia para minha monografia, editado pela Companhia das Letras, e comecei a leitura em alguns minutos em meu aparelho Kindle (aquele mesmo comprado anos atr\u00e1s). Em pouco tempo de leitura, me dou conta de que n\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia \u00e0s p\u00e1ginas do impresso, apenas as \u201clocaliza\u00e7\u00f5es\u201d. Mandei e-mail para a Amazon Brasil, tendo uma resposta com rapidez, explicando que eu deveria ficar atento \u00e0s observa\u00e7\u00f5es sobre cada livro no site, que indicariam a presen\u00e7a das \u201cp\u00e1ginas\u201d ou n\u00e3o. Fazendo uma busca r\u00e1pida n\u00e3o encontrei um \u00fanico exemplar da Companhia das Letras que contivesse esse tipo de indica\u00e7\u00e3o. E boa parte das outras editoras estava no mesmo caminho.<br \/>\nAquele livro digital, para mim, n\u00e3o fazia sentido. Precisaria de qualquer forma de uma edi\u00e7\u00e3o impressa para poder cit\u00e1-lo em um trabalho acad\u00eamico. Expliquei a situa\u00e7\u00e3o para a Amazon, que logo no dia seguinte cancelou minha compra, devolvendo o dinheiro.<br \/>\nAinda assim, n\u00e3o resolvi meu problema. Liguei para livrarias perto e nenhuma delas contava com aquele livro em seu estoque, apenas para \u201cencomenda\u201d. Encomend\u00e1-lo e esperar mais de uma semana para come\u00e7ar a ler era justamente o que eu n\u00e3o queria. Resultado: comprei a edi\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas. N\u00e3o era o ideal, mas foi a solu\u00e7\u00e3o mais vi\u00e1vel para mim naquele momento. Poderia fazer cita\u00e7\u00f5es a partir das \u201cp\u00e1ginas\u201d e paguei bem mais barato.<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.3em;\">Claro, n\u00e3o imagino que fazer refer\u00eancia a uma p\u00e1gina impressa, como se ela fosse de fato a original, soluciona o problema. Muitos dos livros, inclusive, possuem o \u201coriginal\u201d criado de forma digital, depois sendo transformado em obra impressa. Se as refer\u00eancias por p\u00e1gina dependem sempre da editora, edi\u00e7\u00e3o e ano de publica\u00e7\u00e3o, por que n\u00e3o poder\u00edamos definir um novo padr\u00e3o para leitores de\u00a0<\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">ebooks<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">? De qualquer forma, a solu\u00e7\u00e3o, mesmo que parcial, encontrada para o Kindle deveria ser levada em conta pelas editoras brasileiras. A Companhia das Letras \u00e9 uma das que se preocupam em oferecer seus livros tamb\u00e9m em formato digital, mas parece ter se esquecido de uma quest\u00e3o importante: v\u00e1rios de seus leitores precisam fazer cita\u00e7\u00f5es.<\/span><br \/>\n<strong>Em resumo<\/strong>:<br \/>\n&#8211; Se voc\u00ea n\u00e3o se importa (ou n\u00e3o precisa) em fazer refer\u00eancias, esque\u00e7a o problema e compre o livro que quiser. J\u00e1 h\u00e1 diversas edi\u00e7\u00f5es digitais, de v\u00e1rias editoras brasileiras, seja para Kindle ou Kobo.<br \/>\n&#8211; Caso voc\u00ea busque um livro para uso acad\u00eamico (ou simplesmente gosta ou precisa cit\u00e1-lo), preocupe-se em, antes de compr\u00e1-lo, perceber se h\u00e1 refer\u00eancia \u00e0s p\u00e1ginas do impresso.<br \/>\n(Fonte reprodu\u00e7\u00e3o: <a href=\"http:\/\/www.ibahia.com\/a\/blogs\/literatura\/2013\/05\/20\/livros-eletronicos-como-fazer-citacoes\/\">Leonardo Pastor &#8211; Blog de Literatura<\/a>)<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os livros eletr\u00f4nicos \u2013 os tais dos\u00a0ebooks\u00a0\u2013 come\u00e7am a ganhar espa\u00e7o no Brasil. J\u00e1 existem para venda nacionalmente, ao menos, dois leitores bem conhecidos no exterior: Kindle e Kobo. O primeiro, com vendas no site da Amazon Brasil; o segundo, comercializado pela Livraria Cultura. Sim, estamos atrasados. 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