{"id":6025,"date":"2021-09-08T12:06:11","date_gmt":"2021-09-08T15:06:11","guid":{"rendered":"https:\/\/novocrb1.ultramidia.com.br\/?p=6025"},"modified":"2021-09-08T12:06:11","modified_gmt":"2021-09-08T15:06:11","slug":"cg122-livros-documentos-e-historias-acervos-guardam-a-identidade-de-campo-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/2021\/09\/cg122-livros-documentos-e-historias-acervos-guardam-a-identidade-de-campo-grande\/","title":{"rendered":"#CG122: Livros, documentos e hist\u00f3rias, acervos guardam a identidade de Campo Grande"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\"><div class=\"wp-block-group__inner-container\">\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/_versions\/_mg_8528_widelg.jpg\" alt=\"Madalena Greco mostra acervo no IHGMS\"\/><figcaption>Madalena Greco mostra acervo no IHGMS &#8211; Foto: Nath\u00e1lia Rabelo<\/figcaption><\/figure>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>As ruas de Campo Grande contam hist\u00f3rias. A cada esquina, ponto tur\u00edstico, casa, pra\u00e7a ou escola, existe uma narrativa que perpetua gera\u00e7\u00f5es de moradores que transitam pelos espa\u00e7os e s\u00e3o afetados por essa linha do tempo intermin\u00e1vel chamada vida. E em meio a tantas mudan\u00e7as e evolu\u00e7\u00f5es, os acervos t\u00eam a importante fun\u00e7\u00e3o de guardar a hist\u00f3ria para preservar a identidade campo-grandense.<\/p>\n\n\n\n<p>No especial&nbsp;<strong>#CG122<\/strong>&nbsp;desta ter\u00e7a-feira (10), o<strong>&nbsp;Jornal Midiamax<\/strong>&nbsp;percorreu os tr\u00eas acervos que funcionam em Campo Grande. Neles, pilhas e pilhas de documentos, livros e fotos de suma riqueza para a hist\u00f3ria de Mato Grosso do Sul, especialmente sua Capital. Por vezes esquecidos aos olhos da popula\u00e7\u00e3o, trouxemos hoje como funciona o trabalho dos acervos hist\u00f3ricos e, claro, o mais importante: o que tem dentro deles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico de Mato Grosso do Sul<\/h3>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico de Mato Grosso do Sul<\/strong>&nbsp;(IHGMS) \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o privada que funciona \u00e0 base do trabalho volunt\u00e1rio de associados. Fundado no dia 6 de mar\u00e7o de 1978 por&nbsp;<strong>Jos\u00e9 Barbosa Rodrigues, Acyr Vaz Guimar\u00e3es, Ot\u00e1vio Gon\u00e7alves Gomes e Paulo Coelho Machado<\/strong>&nbsp;&#8211; que foi o grande idealizador &#8211; o Instituto vem da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, uma vez que foi criado um ano depois da divis\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o do Estado de MS, em 1977. Desde ent\u00e3o, tem o objetivo de preservar a cultura, mem\u00f3ria, hist\u00f3ria, meio ambiente, turismo, geografia e tudo que est\u00e1 relacionado ao patrim\u00f4nio cultural de Mato Grosso do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 uma quest\u00e3o de firmar a identidade e de firmar uma posi\u00e7\u00e3o dentro desse processo que foi o processo divisionista. Estudar uma hist\u00f3ria que o sul j\u00e1 tinha antes mesmo de j\u00e1 ter um Estado\u201d, disse Maria Madalena Dib Mereb Greco, atual presidente do IHGMS. Historiadora e especialista em hist\u00f3ria regional, ela atua no local h\u00e1 11 anos e assumiu a presid\u00eancia na gest\u00e3o de 2021\/2022.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o&nbsp; 29 associados atuando efetivamente. Al\u00e9m disso, existem os associados em\u00e9ritos e os honor\u00e1rios compondo os cargos. Dentre eles, atuam como volunt\u00e1rios advogados, m\u00e9dicos, arquitetos, historiadores, ge\u00f3grafos, professores, arque\u00f3logos e v\u00e1rias outras profiss\u00f5es. L\u00e1, cada um \u00e9 respons\u00e1vel por um \u201cpatrono\u201d, ou seja, uma personalidade que tem relev\u00e2ncia hist\u00f3rica para o Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cS\u00e3o pessoas que t\u00eam suas ocupa\u00e7\u00f5es cotidianas, nem todas est\u00e3o aposentadas, mas ainda s\u00e3o atuantes e quando a gente precisa, a gente chama e todos comparecem\u201d, diz Madalena.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/ihgms_sede.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption>O IHGMS fica localizado na Esplanada Ferrovi\u00e1ria (Foto: Nath\u00e1lia Rabelo, Midiamax)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Acervo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Ao longo dos 43 anos de exist\u00eancia, Madalena acredita que o IHGMS tem um dos maiores acervos do Estado em documentos prim\u00e1rios, inclusive para a hist\u00f3ria de Campo Grande. E dentre essa cole\u00e7\u00e3o que conta a hist\u00f3ria da Capital, destaca-se:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/ihgms_o_progressista.jpg\" alt=\"[Colocar ALT]\"\/><figcaption>Edi\u00e7\u00e3o antiga do jornal O Progressista (Foto: Nath\u00e1lia Rabelo, Midiamax)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>1. Acervo do Vespasiano Barbosa Martins:<\/strong>&nbsp;foi um m\u00e9dico e pol\u00edtico brasileiro, prefeito de Campo Grande por tr\u00eas vezes, governador e foi senador por Mato Grosso em dois mandatos. S\u00e3o mais de 3 mil correspond\u00eancias documentadas no IHGMS.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTodas as vezes que eu vejo o material dele, eu me encanto porque quando voc\u00ea estuda um pouquinho a hist\u00f3ria da medicina, voc\u00ea entende a import\u00e2ncia dos m\u00e9dicos que foram estudar na Alemanha, refer\u00eancia na cirurgia, e o Vespasiano fez e veio em 1927 como cirurgi\u00e3o para o sul do Mato Grosso. Ele era um m\u00e9dico muito experiente, ent\u00e3o ele contribuiu com isso\u201d, recorda a presidente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Acervo do Wilson Barbosa Martins:<\/strong>&nbsp;Dr. Wilson foi um \u00edcone da hist\u00f3ria pol\u00edtico-administrativa contempor\u00e2nea do Estado, e ajudou no movimento para a cria\u00e7\u00e3o de Mato Grosso do Sul. Trouxe para Campo Grande, quando prefeito, e ao Estado, no cumprimento dos dois mandatos de governador, obras e a\u00e7\u00f5es importantes para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. O acervo tem todos os discursos e material fotogr\u00e1fico dele guardados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Acervo do H\u00e9lio Serejo:<\/strong>&nbsp;H\u00e9lio Serejo foi um dos maiores nomes da literatura nacional. Nasceu em Nioaque, mas desenvolveu seu trabalho em Campo Grande. Serejo ocupava a cadeira n\u00famero 30\u00aa da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Escritor, jornalista, poeta e folclorista, H\u00e9lio Serejo tem mais de 60 obras publicadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu considero o H\u00e9lio Serejo como um dos maiores escritores da nossa regi\u00e3o. Eu tenho todo o material, inclusive os livros originais\u201d, comenta Madalena.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Enciclop\u00e9dia das \u00c1guas de Mato Grosso do Sul:<\/strong>&nbsp;obra considerada um marco na geografia brasileira. Produzido pelo IHGMS, foram registrados arroios, ba\u00edas, cachoeiras, canais, corixos, c\u00f3rregos, desaguadouros, lagoas, riachos, ribeir\u00f5es, rios, saltos, sangradouros, vazantes, ilhas, portos, al\u00e9m das usinas hidrel\u00e9tricas, perfazendo o total de 7.119 verbetes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m a documenta\u00e7\u00e3o de aproximadamente 70 ilhas e mais ou menos uns 4.000 cursos d\u2019\u00e1gua sem suas respectivas denomina\u00e7\u00f5es e que n\u00e3o foram catalogados. Para saber mais detalhes sobre a Enciclop\u00e9dia das \u00c1guas de MS,&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/ihgms.org.br\/vc-sabia\/o-que-e-a-enciclopedia-das-aguas-de-mato-grosso-do-sul-158\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">acesse esse link.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/enciclopedia_das_aguas.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption>Enciclop\u00e9dia das \u00c1guas (Foto: Nath\u00e1lia Rabelo, Midiamax)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O IHGMS tamb\u00e9m conta com um acervo bem extenso de&nbsp;<strong>Paulo Coelho Machado e Jos\u00e9 Oct\u00e1vio Guizzo<\/strong>, outras duas personalidades expressivas para o desenvolvimento e pesquisa de Campo Grande, quanto para o setor cultural e art\u00edstico da cidade, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Greco ainda comenta que, s\u00f3 na hemeroteca, s\u00e3o mais de 60 mil imagens armazenadas, al\u00e9m de uma cole\u00e7\u00e3o do&nbsp;<strong>Jornal Equipe<\/strong>&nbsp;&#8211; que funcionava em Campo Grande dando foco ao esporte &#8211; e do&nbsp;<strong>Jornal do Com\u00e9rcio<\/strong>, tamb\u00e9m daqui.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Trabalho<\/h4>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de armazenar documentos que s\u00e3o importantes para a hist\u00f3ria do Estado, o IHGMS trabalha com a publica\u00e7\u00e3o de artigos e livros. Sem falar da forte colabora\u00e7\u00e3o com escolas e universidades atrav\u00e9s de palestras e aux\u00edlio aos professores<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTem muita defici\u00eancia hoje de material para hist\u00f3ria regional, a pr\u00f3pria disciplina de Hist\u00f3ria Regional \u00e9 nova dentro das universidades. Ent\u00e3o, at\u00e9 voc\u00ea formar o professor que vai para a sala de aula, o Instituto ajuda nisso tamb\u00e9m. Quando tem capacita\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Regional, n\u00f3s estamos l\u00e1 ajudando. Seja na pesquisa de material, em palestras ou ministrando aula para esses professores e interagindo com eles\u201d, afirma a presidente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/ihgms_sala_pesquisadores.jpg\" alt=\"[Colocar ALT]\"\/><figcaption>Sala para pesquisadores (Foto: Nath\u00e1lia Rabelo, Midiamax)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o IHGMS atua com uma grande demanda de pesquisadores do Brasil e de outros pa\u00edses, bem como acad\u00eamicos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s estamos a todo tempo revendo, buscando informa\u00e7\u00e3o e trazendo isso. Tanto que hoje a gente percebe que existe um foco muito maior na regi\u00e3o. \u00c9 como se, durante todo esse per\u00edodo, a gente fosse se apropriando da nossa hist\u00f3ria. Mas para que as pessoas se apropriem da hist\u00f3ria, elas precisam conhecer. E eu vejo que essa \u00e9 a nossa grande contribui\u00e7\u00e3o\u201d, reflete Madalena Greco.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Arca &#8211; Arquivo Hist\u00f3rico de Campo Grande<\/h3>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>Arquivo Hist\u00f3rico de Campo Grande<\/strong>&nbsp;(Arca) tamb\u00e9m \u00e9 um importante espa\u00e7o de pesquisa e preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Ele \u00e9 uma unidade da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) e foi criado no dia 19 de agosto de 1991 a partir do Decreto Municipal n.6350, mas conta com atividades desde 1986.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao todo, 11 servidores da Prefeitura de Campo Grande atuam l\u00e1, com trabalhos divididos em \u00e1reas de interesse e conhecimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a historiadora do Arca&nbsp;<strong>Rita de<\/strong><strong>C\u00e1ssia Galicia<\/strong>, todos os funcion\u00e1rios s\u00e3o capacitados para o atendimento a pesquisadores, visitantes, alunos e professores da Rede Municipal, Estadual e privada da cidade. Mas n\u00e3o s\u00e3o apenas eles que v\u00e3o at\u00e9 o local, uma vez que turistas de diversos lugares de Mato Grosso do Sul, e do pa\u00eds, visitam o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Acervo<\/h4>\n\n\n\n<p>Rita afirma ao jornal Midiamax que o arquivo conta com um acervo rico para a hist\u00f3ria de Campo Grande, com mais de 2 mil documentos catalogados, como livros, revistas, cole\u00e7\u00f5es e jornais (de 1944 a 2006), sendo eles:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cole\u00e7\u00f5es de jornais antigos do Correio do Estado, O Sat\u00e9lite, O Democrata, Di\u00e1rio da Serra, Jornal do Com\u00e9rcio e A Primeira Hora, que encerrou suas atividades em 2006.<\/li><li>Documentos do arquiteto Angelo Arruda e do ex-prefeito da capital Mendes Canale.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\u201cTodo o acervo que temos, est\u00e1 vinculado a essa trajet\u00f3ria da cidade, como exemplos, processos de habite-se, constru\u00e7\u00e3o, alvar\u00e1 e desmembramento documental de 1905 a 1970, livros com marcas de gado, manuscritos, entre outros\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/arca_3.jpg\" alt=\"[Colocar ALT]\"\/><figcaption>Sala de arquivos no Arca (Foto: Romeu Luz e Rita de C\u00e1ssia Galicia)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso que tem l\u00e1: acervo de discografia com mais de mil discos Long Play\/LP, livros, mapas, reserva t\u00e9cnica e processos documentais, que s\u00e3o divididos em salas, como a hemeroteca, acervo documental, mapoteca e acervo fotogr\u00e1fico. Em m\u00e9dia, 5 mil fotos e mais 800 processos documentais est\u00e3o catalogados no Arquivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo o material foi adquirido atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es. L\u00e1, a equipe faz uma triagem para ver quais materiais t\u00eam import\u00e2ncia para a hist\u00f3ria de Campo Grande, al\u00e9m de receber documentos relevantes da prefeitura. E os pesquisadores contam com uma sala de apoio para fazer os respectivos estudos.<\/p>\n\n\n\n<p>Questionada sobre a import\u00e2ncia do Arca para a cidade, Rita explica que o seu maior valor \u00e9 o&nbsp;<strong>pertencimento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Arca guarda documentos hist\u00f3ricos que contam a hist\u00f3ria de pessoas, pol\u00edtica, cultura regional, fatos hist\u00f3ricos, monumentos, sendo um arquivo rico em hist\u00f3ria e causos da nossa capital Morena. Quando voc\u00ea faz o que gosta, se identifica, n\u00e3o se acomoda, pois corre atr\u00e1s de cursos de conserva\u00e7\u00e3o, restauro, pois voc\u00ea quer que ele continue passando de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u201d, diz a historiadora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/arca_2.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption>Sala de arquivos no Arca (Foto: Romeu Luz e Rita de C\u00e1ssia Galicia)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Arquivo P\u00fablico Estadual&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00f3s tamb\u00e9m fomos atr\u00e1s do&nbsp;<strong>Arquivo P\u00fablico Estadual (APE)<\/strong>, que funciona em Campo Grande. Ele foi criado no dia 2 de abril de 1987 e desde 2007 est\u00e1 sob gerenciamento da Funda\u00e7\u00e3o de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/media\/uploads\/ape.jpg\" alt=\"[Colocar ALT]\"\/><figcaption>Arquivo P\u00fablico Estadual (Foto: APE)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com o&nbsp;<strong>Alexandre Sogabe<\/strong>, respons\u00e1vel pelo local, o APE conta com uma coordena\u00e7\u00e3o, um historiador especialista, uma doutora em educa\u00e7\u00e3o e uma estagi\u00e1ria em Geografia. Eles se revezam em tr\u00eas eixos de atua\u00e7\u00e3o: conversa\u00e7\u00e3o, pesquisa e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Arquivo P\u00fablico tem sua import\u00e2ncia por salvaguardar a documentos produzidos pela administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, garantindo o direito \u00e0 cidadania dessa forma e tamb\u00e9m de documentos hist\u00f3ricos de grande import\u00e2ncia, por exemplo, da cria\u00e7\u00e3o de Mato Grosso do Sul e de Campo Grande como sua capital\u201d, disse Alexandre.<\/p>\n\n\n\n<p>No acervo, destaca-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Acervo da Col\u00f4nia Agr\u00edcola Nacional de Dourado;<\/li><li>Acervo digitalizado de jornais dos s\u00e9culos XIX e XX de MS e Campo Grande;<\/li><li>Biblioteca especializada em arquivologia e hist\u00f3ria regional;<\/li><li>Documentos textuais, fotos e recortes de jornais que s\u00e3o importantes para a hist\u00f3ria do Estado e de Campo Grande.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Servi\u00e7o<\/h2>\n\n\n\n<p>Viu como Campo Grande \u00e9 rica em hist\u00f3ria? E tudo que trouxemos aqui \u00e9 s\u00f3 uma parte de um grande trabalho que vem sendo realizado h\u00e1 anos. Ent\u00e3o, se voc\u00ea est\u00e1 interessado em conhecer os lugares, seja para conhecer um pouco mais sobre Campo Grande ou para fazer pesquisas acad\u00eamicas, \u00e9 importante se atentar aos seguintes hor\u00e1rios e regras de cada local:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IHGMS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De segunda a sexta-feira<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Manh\u00e3: 07h \u00e0s 11h;<\/li><li>Tarde: 13h \u00e0s 17h;<\/li><li>A visita ou consulta deve ser marcada com anteced\u00eancia e o uso de m\u00e1scara \u00e9 obrigat\u00f3rio no local;<\/li><li>Endere\u00e7o: Av. Cal\u00f3geras, 3000 &#8211; Centro, na Esplanada Ferrovi\u00e1ria;<\/li><li>Telefone para contato: (67) 3384-1654;<\/li><li><strong><a href=\"https:\/\/ihgms.org.br\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Acesse o site.<\/a><\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Arca&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De segunda a sexta-feira<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Manh\u00e3: 07h30 \u00e0s 11h;<\/li><li>Tarde: 13h \u00e0s 17h30;<\/li><li>A visita ou consulta deve ser marcada com anteced\u00eancia e o uso de m\u00e1scara \u00e9 obrigat\u00f3rio no local;<\/li><li>Endere\u00e7o: Rua Pedro Celestino, 1378 &#8211; Centro;<\/li><li>Telefone para contato: 4042-4335 ou email arca@sectur.campogrande.ms.gov.br;<\/li><li><strong><a href=\"http:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/arca\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Acesse o site.<\/a><\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Arquivo P\u00fablico Estadual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De segunda a sexta-feira<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>7h30 \u00e0s 17h30;<\/li><li>Atualmente, recebem grupos de at\u00e9 10 pessoas mediante agendamento, mas a visita\u00e7\u00e3o \u00e9 restrita ainda por conta dos protocolos sanit\u00e1rios;<\/li><li>Endere\u00e7o: Av. Fernando Corr\u00eaa da Costa, 559 \u2013 T\u00e9rreo | Centro;<\/li><li>Telefone para contato: (67) 3316-9167 \/ 3316-9139;<\/li><li><strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.fundacaodecultura.ms.gov.br\/arquivo-publico-estadual-de-mato-grosso-do-sul-ape\/\" target=\"_blank\">Acesse o site.<\/a><\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/midiamax.uol.com.br\/cotidiano\/2021\/cg122-livros-documentos-e-historias-acervos-guardam-identidade-de-campo-grande\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/midiamax.uol.com.br\/cotidiano\/2021\/cg122-livros-documentos-e-historias-acervos-guardam-identidade-de-campo-grande<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As ruas de Campo Grande contam hist\u00f3rias. A cada esquina, ponto tur\u00edstico, casa, pra\u00e7a ou escola, existe uma narrativa que perpetua gera\u00e7\u00f5es de moradores que transitam pelos espa\u00e7os e s\u00e3o afetados por essa linha do tempo intermin\u00e1vel chamada vida. E em meio a tantas mudan\u00e7as e evolu\u00e7\u00f5es, os acervos t\u00eam a importante fun\u00e7\u00e3o de guardar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6022,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[21,1],"tags":[],"class_list":["post-6025","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6025","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6025"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6025\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6025"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6025"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/crb1.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6025"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}